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Mensagens

O Sporting somos NÓS!

Caro Bruno de Carvalho,
Eu, com 35 anos, fui duas vezes sócio do Sporting (antes correspondente, agora efectivo) e levo 13 anos de Game Box! Sempre fui “à bola” sem pedir nada em troca! Em criança sempre gostei mais “da bola”, do que dos clubes e das camisolas. Poderia ter sido do Benfica, do Porto ou do Sporting. Ninguém me desviou para o Sporting, fui eu que me alinhei. A primeira memória fiel que tenho de um jogo do Sporting, é também aquela que me permite dizer que vi jogar Maradona: 1989! Ser do Sporting, em criança, não foi tarefa fácil! Nasci no fatídico ano de 1982 e demorei 18 anos até que o Sporting fosse campeão. 60% da população portuguesa é do Benfica, logo, 60% dos meus amigos, familiares e conhecidos sofrem desse mal. No meu tempo de criança não haviam camisolas da marca original ou, se haviam, demoraram mais tempo a chegar ao Alentejo! No futebol de rua cada um tinha o seu clube, mas jogávamos lado a lado. O importante era o barulho da bola a bater na baliza (portões …
Mensagens recentes
Aos 18, já lá vão 17 anos, num impulso inexplicável, tornei-me militante do PSD.  Na verdade, contra muitas correntes discordantes da altura, eu ficava empolgado com os congressos do PSD que eram transmitidos na televisão. Confesso que a idade me fez evoluir em termos ideológicos e, como qualquer ser humano racional e equilibrado, consigo hoje perceber que não se defende uma cor política com a mesma “cegueira” com que se defende um clube de futebol. Hoje consigo ver, da direita à esquerda, valores humanos e políticos que não precisam, necessariamente, de representar as cores do partido onde, até hoje, milito. Este espírito crítico e, obrigatoriamente, racional, ajuda-me a compreender que Cavaco Silva, para mim, foi dos piores governantes da nossa Democracia, que nem tudo foi mau no governo de Sócrates, que Pedro Passos Coelho foi Primeiro-ministro num dos momentos mais difíceis da história do país e que António Costa, ainda que tenha tomado a governação ao estilo Cowboy, tem feito um tra…

Na mão dos deuses?

No momento em que uns se aproveitam da tragédia para fazer notícia, e outros vão distribuindo "afectos", quero apenas relembrar que ainda estamos na primavera.
Se este não é o momento de, rapidamente, identificar o que correu mal, temo pelos 3 meses que se aproximam.
A natureza é dona e senhora deste planeta, mas já não vivemos na época em que tudo se justifica com os deuses.
Somos o país das melhores praias e restaurantes do mundo, das cidades do top 3 de destinos da Europa, mas somos também o país onde ainda nem todos têm água potável a chegar às torneiras, onde nem todos têm escolas na área de residência, luz eléctrica ou condições aceitáveis de saneamento básico.
Somos o país em que os polícias ainda pagam as fardas e os bombeiros não tem equipamento adequado às temperaturas que enfrentam.
Enquanto uns capitalizam votos, e outros vencem audiências, nós vamos suspirando de alívio porque ainda não foi um dos nossos que partiu de forma trágica.
Uma trovoada seca causou uma tragéd…

"Quem com ferros mata..."

A forma como nos "obrigam" a viver o dia a dia, depois de mais um atentado terrorista, é idêntica à forma como vamos envelhecendo e "tentamos" escapar a doenças graves: vamos, simplesmente, sobrevivendo!
Quando ouvimos falar em ataques, ou bombardeamentos, em território dominado pelo auto-proclamado "Estado Islâmico", somos inundados por coberturas televisivas que, ao horário das refeições e de reunião familiar, nos obrigam a "engolir" as imagens sangrentas onde, para além dos energúmenos terroristas, também figuram mulheres e crianças inocentes.
Ninguém, no seu perfeito juízo, pode admitir que morram inocentes, quando se decide pela retaliação aos ataques que vamos sofrendo, mas acontece.

De forma, dizem "eles", cirúrgica, são engendrados ataques que acabam, na maioria das vezes, por ir muito para além do pretendido.

Não é justo, não é aceitável e não pode ser assumido como uma prática que deva ser recorrente.5 minutos de televisão, meia …

O Futebol, a Merda do Futebol e a Merda que anda no Futebol.

Este não é um desporto de gente santa. Gente que respeita o outro e que se restringe, apenas, ao seu espaço de acção.
O futebol é um desporto sujo, que move as massas e também "A Massa"!
Qualquer um pode fazer parte deste mundo.
"Brunos" de Carvalho, "Pintos" da Costa, "Filipes" Vieira e, até, presidentes dos "Aroucas desta vida".
À partida, cada um defende a sua camisola (a.k.a os seus interesses).
Entre mais ricos e menos ricos (financeiramente e intelectualmente), todos protegem o seu território.
Ao escrever a palavra "protegem" fico com a ideia de que estamos perante uma guerra. Um confronto de clubes que, para além daquilo que deve ser um desporto, assume, não raras vezes, proporções ao nível da agressão física e verbal.
Podem-me dizer que sempre foi assim, que nunca deixará de o ser e que só assim faz sentido.
Eu não concordo!
Viver o futebol com paixão, e com nervos à flor da pele, é algo que faz parte do ADN de qualquer adept…

Fernando Santos, o Engenheiro sem Curriculum.

Quando olho para o cargo de Seleccionador Nacional de Futebol, encaro-o assim como uma espécie de CEO de uma grande empresa.
Basicamente, para mim, este cargo exige que estejamos perante um treinador com provas dadas, respeitado e, acima de tudo, com conquistas grandiosas no seu curriculum.
Se se treinam os melhores de um País, no mínimo, espera-se que o "Comandante" esteja capacitado para liderar a comitiva e realizar a difícil escolha de colocar apenas 11 em campo.
Analisado o histórico do Engenheiro, eis o que me apraz dizer:
61 anos de idade.
2 clubes como jogador (Estoril e Marítimo)
8 clubes como treinador (Estoril, E. Amadora, Sporting, FCPorto, AEK, Panathinaikos, Benfica, PAOK)
2 selecções como treinador (Grécia e Portugal)
6 títulos (1 Taça da Grécia, 2 Taças de Portugal, 1 Liga Portuguesa, 2 SuperTaças de Portugal)
Simplesmente o homem não sabe mais, nem a nossa equipa tem um grupo de jogadores rotinados para ultrapassar equipas como a Alemanha, Espan…

Tempos Modernos

Um gorila foi injustamente abatido.
Um animal que não merecia estar em "cativeiro" e que, podendo escolher, não quereria, certamente, ter de aturar adultos e crianças.
Ou algum de nós gostaria de estar numa jaula, no meio da selva, para os animais nos irem visitar?
Mas pergunto eu:
E se a criança tivesse morrido nas mãos do Gorila?
Se ele tivesse sido violento ao ponto de matar uma criança indefesa?
Os que agora pedem "a cabeça" dos funcionários do Zoo, e da própria mãe da criança, estariam ao lado daqueles que não abateriam o animal, esperando para ver no que dava?
Ou iriam partilhar imagens da criança e lamentar a sua morte por culpa do Zoo, que não tinha a segurança e a resposta apropriada para uma situação de emergência?
Por vezes cansa-me a hipocrisia que reina nas redes sociais.
Parece que estamos, constantemente, à procura de algo onde seja possível descarregar as nossas frustrações.
Morreu um Gorila, ainda por cima de uma espécie em vias de …