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Mensagens

Bruno

Pois é Bruno, este era o nosso Sporting em 2013!
Naquele momento o Sporting voltava a ser nosso, dos sócios, e teu enquanto pessoa que saía do anonimato da bancada e que queria devolver-nos as alegrias de outros tempos.
Foste do céu ao inferno em 5 anos e não deixas saudade.
Aquilo que dizias que era nosso, passou a ser só teu e a tua história terminou sem brio.
Felizmente, o Sporting Clube de Portugal continua a mostrar que é um clube vivo, forte e cheio de novas gerações.
O Sporting Clube de Portugal não vence o campeonato há 16 anos e a onda verde continua a crescer de norte a sul do país, não esquecendo as ilhas.
Frederico Varandas, em campanha, não me convenceu...mas venceu!
A partir de hoje, tal como José Peseiro é o meu treinador, também Frederico Varandas será o meu Presidente.
Que se vire a página,
Que se arrume a casa,
Que se dê continuidade ao que foi bem feito,
Que se elimine o que não faz parte do ADN do Sporting Clube de Portugal.
Seguimos EM FRENTE e NA FRENTE!
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O Sporting somos NÓS!

Caro Bruno de Carvalho,
Eu, com 35 anos, fui duas vezes sócio do Sporting (antes correspondente, agora efectivo) e levo 13 anos de Game Box! Sempre fui “à bola” sem pedir nada em troca! Em criança sempre gostei mais “da bola”, do que dos clubes e das camisolas. Poderia ter sido do Benfica, do Porto ou do Sporting. Ninguém me desviou para o Sporting, fui eu que me alinhei. A primeira memória fiel que tenho de um jogo do Sporting, é também aquela que me permite dizer que vi jogar Maradona: 1989! Ser do Sporting, em criança, não foi tarefa fácil! Nasci no fatídico ano de 1982 e demorei 18 anos até que o Sporting fosse campeão. 60% da população portuguesa é do Benfica, logo, 60% dos meus amigos, familiares e conhecidos sofrem desse mal. No meu tempo de criança não haviam camisolas da marca original ou, se haviam, demoraram mais tempo a chegar ao Alentejo! No futebol de rua cada um tinha o seu clube, mas jogávamos lado a lado. O importante era o barulho da bola a bater na baliza (portões …
Aos 18, já lá vão 17 anos, num impulso inexplicável, tornei-me militante do PSD.  Na verdade, contra muitas correntes discordantes da altura, eu ficava empolgado com os congressos do PSD que eram transmitidos na televisão. Confesso que a idade me fez evoluir em termos ideológicos e, como qualquer ser humano racional e equilibrado, consigo hoje perceber que não se defende uma cor política com a mesma “cegueira” com que se defende um clube de futebol. Hoje consigo ver, da direita à esquerda, valores humanos e políticos que não precisam, necessariamente, de representar as cores do partido onde, até hoje, milito. Este espírito crítico e, obrigatoriamente, racional, ajuda-me a compreender que Cavaco Silva, para mim, foi dos piores governantes da nossa Democracia, que nem tudo foi mau no governo de Sócrates, que Pedro Passos Coelho foi Primeiro-ministro num dos momentos mais difíceis da história do país e que António Costa, ainda que tenha tomado a governação ao estilo Cowboy, tem feito um tra…

Na mão dos deuses?

No momento em que uns se aproveitam da tragédia para fazer notícia, e outros vão distribuindo "afectos", quero apenas relembrar que ainda estamos na primavera.
Se este não é o momento de, rapidamente, identificar o que correu mal, temo pelos 3 meses que se aproximam.
A natureza é dona e senhora deste planeta, mas já não vivemos na época em que tudo se justifica com os deuses.
Somos o país das melhores praias e restaurantes do mundo, das cidades do top 3 de destinos da Europa, mas somos também o país onde ainda nem todos têm água potável a chegar às torneiras, onde nem todos têm escolas na área de residência, luz eléctrica ou condições aceitáveis de saneamento básico.
Somos o país em que os polícias ainda pagam as fardas e os bombeiros não tem equipamento adequado às temperaturas que enfrentam.
Enquanto uns capitalizam votos, e outros vencem audiências, nós vamos suspirando de alívio porque ainda não foi um dos nossos que partiu de forma trágica.
Uma trovoada seca causou uma tragéd…

"Quem com ferros mata..."

A forma como nos "obrigam" a viver o dia a dia, depois de mais um atentado terrorista, é idêntica à forma como vamos envelhecendo e "tentamos" escapar a doenças graves: vamos, simplesmente, sobrevivendo!
Quando ouvimos falar em ataques, ou bombardeamentos, em território dominado pelo auto-proclamado "Estado Islâmico", somos inundados por coberturas televisivas que, ao horário das refeições e de reunião familiar, nos obrigam a "engolir" as imagens sangrentas onde, para além dos energúmenos terroristas, também figuram mulheres e crianças inocentes.
Ninguém, no seu perfeito juízo, pode admitir que morram inocentes, quando se decide pela retaliação aos ataques que vamos sofrendo, mas acontece.

De forma, dizem "eles", cirúrgica, são engendrados ataques que acabam, na maioria das vezes, por ir muito para além do pretendido.

Não é justo, não é aceitável e não pode ser assumido como uma prática que deva ser recorrente.5 minutos de televisão, meia …